Projeto Black 75: a rotina de treinos de Juliano Wisnievski - TOPVIEW

Projeto Black 75: a rotina de treinos de Juliano Wisnievski

A receita para seguir a puxada rotina de treinos sem deixar a vida pessoal de lado é acordar cedo, ter ajuda profissional e muita força de vontade

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No dia 1 de dezembro de 2018, iniciei os treinos para a Prova do Sesc Triathlon Caiobá. E para começar com o pé direito, fui com meu parceiro de corridas Fernandinho (Fernando Eufrasio Junior, meu companheiro da JovemPan) para a Corrida Noturna do BOPE. Foram 10 km suaves para voltar a uma rotina de treinos, que mentalizei ser intensa para alcançar meu objetivo final.

Veja qual é o desafio que Juliano quer encarar

A maioria das pessoas acha que o Triathlon é um esporte difícil não somente por contemplar três modalidades (natação, ciclismo e corrida), mas pela dificuldade de inserir os treinos em uma rotina diária de trabalho, estudo, família e lazer. Por isso, vou contar como estou fazendo para treinar todos os dias (a princípio com uma folga semanal quando não tem corrida aos domingos), sem deixar de lado minha esposa, os dois filhos e as metas comerciais da TOPVIEW.

Juliano e Fernandindo na corrida do BOPE.

Às segundas, quartas e sextas, acordo às 5h30. Não posso reclamar do verão de Curitiba. as manhãs são agradáveis para treinar, pois não está muito calor. Vou para a Swimex e às 6h começo o treino de natação, que dura uma hora. Tomo uma ducha, coloco bermuda e tênis e vou direto para o Barigui. Às 7h30 tenho treino de corrida com o professor Maeda, da Manocchio Team (como é o mesmo professor do treino de natação, nem tenho como fugir, rs).

Depois disso, passo em casa me trocar e vou direto pro Grupo RIC, para mais um dia de planejamento e estratégias de vendas para o ano de 2019.

Já às terças e quintas, acordo um pouco mais tarde, às 6h30, e faço spinning na Swimex na aula das 7h, com o professor Fabio Dipp. Para quem não conhece, trata-se de um treino indoor de bike e é uma ótima opção quando não se tem muito tempo ou até confiança para pegar uma estrada. Nesses dias, faço musculação na parte da tarde. Essa atividade me dá força e protege as articulações.

Mas não pára por aí. No sábado, é o dia de pegar a bike e ir para a estrada, em geral bem cedo e em grupos. Assim fica mais confortável e seguro. Nesse dia, consigo voltar para casa e ainda almoçar com a minha família, ficando de folga dos treinos no resto do final de semana.

Manocchio Team.

Para eu ter uma evolução e não me sobrecarregar nos treino,  tenho uma assessoria especializada em Triathlon. Quem prepara a minha planilha é a coach Gisele Bertucci, da Manocchio Team. É nela que fica registrado as distâncias e intensidades de cada treino, quantos quilômetros vou fazer e que zona cardíaca devo manter em determinados períodos da corrida, natação e ciclismo. 

Tenho que admitir, fico cansado, sim. Mas não deixo de ter meus momentos de lazer em família e nem deixo de lado meus compromissos profissionais junto aos clientes. O importante é ter disciplina, uma boa noite de sono e uma alimentação bem balanceada. Mas esta história eu conto para vocês em uma próxima oportunidade.

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