Papo final com Jandira Khury

Papo final com Jandira Khury

A empresária curitibana revela-se uma avó inspirada, viajante experiente e cidadã confiante no potencial político de 2018

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Jandira Khury

Uma lembrança de infância? As festas de aniversário do meu pai, dia 31 de dezembro.

Quem a inspira atualmente? Meus seis netos. As crianças vivem descomplicadamente.

Uma habilidade sua pouco conhecida? Remar. Gosto de remar no Passaúna.

E outra curiosidade sobre você? Adoro ficar em casa e dormir cedo.

Restaurante favorito? Durski.

Destino de viagem: Fiz no ano passado uma viagem de barco pelo Reno. Neste semestre, quero ir a Israel.

Livro na sua cabeceira e banda no repeat? Meu livro de cabeceira: a Bíblia. Banda: U2.

Filme que mais a empolgou recentemente e série que não consegue parar de ver? O Destino de uma Nação e A Louva-a-Deus.

Último mimo que se concedeu? Ultimamente, os mimos que me concedo são os mimos para meus netos. Adoro levá-los a loja de brinquedos.

Se o dia tivesse 27 horas, como usaria essas três horas extras? Usaria para ficar mais com minha família e amigos.

Uma lei que mudaria? Tirar o foro privilegiado e que seja indiscutível a prisão em 2ª instância.

O que está fazendo para cuidar da saúde? Faço exercícios todos os dias, procuro comer corretamente. Bebo socialmente e não fumo.

Algo inusitado que recomenda que todos façam uma vez na vida? Uma viagem sozinha. E conhecer outras culturas.

Uma mudança importante na sua personalidade no último ano? Estou muito mais tranquila. Não me estresso facilmente.

E, se não fosse você, quem gostaria de ser? Sempre eu mesma.

Um item de moda que diferencia ou define seu estilo? Vestidos midi. Sapatos altos.

Última descoberta gastronômica? O restaurante Per Se, em Nova York. Super recomendo.

Um hábito que gostaria de mudar? Não ser tão metódica.

Consome como ar? Nada eu faço por compulsão.

Sonho de consumo? Um ano sabático em Londres.

O que mais a marcou em 2017? O êxito da política econômica do Brasil (a baixa da inflação e a queda dos juros).

E o que espera de 2018? Que nós, brasileiros, sejamos criteriosos na escolha de nossos representantes, preocupando-nos em conhecer a vida dos nossos candidatos.

*Matéria publicada originalmente na edição 211 da revista TOPVIEW. 

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