Papo final, com Sandro Barros - TOPVIEW

Papo final, com Sandro Barros

O paulista se tornou referência em alta moda para festas, sendo reverenciado como um verdadeiro artista. A seguir, o estilista indica uma festa a que todos deveriam ir

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Uma lembrança de infância? As férias de inverno nas fazendas dos meus primos e as de verão em Ubatuba.

Quem te inspira atualmente? Meu marido.

Uma habilidade sua pouco conhecida? Canto nas horas vagas.

E outra curiosidade sobre você? Falo e escrevo em japonês.

Melhor festa a que foi recentemente? Ano novo no The Arts Club, em Londres.

Destino de viagem? O último foi Grã-Bretanha e o próximo é Paris.

Livro na sua cabeceira e banda no repeat? Rejuvelhecer (Intrínseca), do Dr. Sergio Abramoff. Música, no momento, é The Ecstasy of Gold, de Ennio Morricone, para a próxima coleção de verão.

Filme que mais o empolgou recentemente e série que não consegue parar de ver? O filme Victoria e Abdul e as séries The Crown e Feud.

Último mimo que se concedeu? Vários cremes da Orveda.

Se o dia tivesse 27 horas, como usaria essas três horas extras? Com aulas de pintura e francês.

Uma lei que mudaria? Adoraria que tivéssemos apenas dois partidos políticos, apesar de eu ser monarquista.

O que está fazendo para cuidar da saúde? [Estou usando] uma série de remédios para repor vitaminas B12, vitamina D, ferro e cálcio.

Algo inusitado que recomenda que todos façam uma vez na vida? Todos deveriam desfilar uma vez na vida em uma escola de samba do Rio de Janeiro.

Uma mudança importante na sua personalidade no último ano? O abandono do “coitadismo” com a ajuda de uma coach.

E, se não fosse você, quem gostaria de ser? Christian Grey ou Mr. Darcy.

Um item de moda que diferencia ou define seu estilo? Slippers, broches e pulseiras de brilhantes.

Última descoberta gastronômica? Miniarancini de trufas negras.

Um hábito que gostaria de mudar? Leilões de antiguidades e colecionismo.

Sonho de consumo? A orquestra de macacos de Meissen.

O que mais o marcou em 2017? O medo.

E o que espera de 2018? Uma reinvenção.

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