Atleta conta como se preparar para o Sesc Triathlon Caiobá

Em busca de superação: o desfecho do Projeto Black 75

Depois de quatro meses, chegou a hora de Juliano Wisnievski fazer um balanço do Projeto Black 75

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Foi no final de 2018 que Juliano Wisnievski, executivo de negócios e relacionamento da TOPVIEW, assumiu o desafio de competir na prova do Sesc Triathlon Caiobá. A empreitada recebeu o nome de Projeto Black 75, unindo o apelido de Juliano, Black, ao tempo imposto por ele a si mesmo, 75 minutos, para completar os 750 metros de natação, os 20 km de ciclismo e os 5 km de corrida que formam a categoria Short Triathlon.

Juliano Wisnievski

Por parte da TOPVIEW, a ideia era contar, por meio de posts no portal da marca, a rotina de preparação e de treinos de Juliano, que competiu no último dia 24 de março de 2019 no litoral paranaense. Este é o terceiro ano que Juliano participa da prova. No primeiro ano, em 2017, ele fez a prova em 1h29 – e a meta era 1h30. Em 2018, a meta era 1h20 e ele fez em 1h21min30s.

Foram quatro meses intensos, com direito a mais de 200 horas de treino, no total. Para realizar o Projeto Black 75, Juliano envolveu uma série de profissionais, que cuidaram de sua alimentação, de sua preparação física, dos equipamentos usados para os treinos e as provas e também de seu corpo. Ao longo dos posts, Juliano também dividiu curiosidades sobre a prova do Sesc e falou sobre o desafio de conciliar os treinos com a vida profissional e familiar: “A maioria das pessoas acha que o Triathlon é um esporte difícil não somente por contemplar três modalidades (natação, ciclismo e corrida), mas pela dificuldade de inserir os treinos em uma rotina diária de trabalho, estudo, família e lazer”, comentou Juliano no post #2. Para dar conta do recado, ele treinava de segunda-feira a sábado, acordando muitas vezes às 5h30.

Juliano Wisnievski bicicleta

Um dos pontos que muito ajudou na preparação foi a realização de um teste genético. A partir da amostra de saliva do atleta, que foi enviada ao Canadá, ele descobriu que tinha fibras musculares curtas e, assim, maior aptidão para esportes de força. “No caso do Short Triathlon, para as provas de curta distância, devo aproveitar essa vantagem e reforçar meus treinos de musculação, trazendo mais força para as modalidades. Também tenho que mudar minhas estratégias, já que sempre guardei um gás para o final e agora sei que posso começar mais acelerado”, explicou ele no post #9.

Juliano Wisnievski natação

No dia do Sesc Triathlon para valer, Juliano acabou fazendo a prova em 1h17. “A meta era agressiva e faltou 2 minutos para chegar ao meu objetivo. Claro que fiquei chateado, mas, ao mesmo tempo, senti a minha evolução nas modalidades. Afinal, baixei em 4 minutos o tempo, se comparado ao ano passado”, afirma Juliano sobre o seu desempenho. A meta pode não ter sido batida, mas não diminui em nada o significado que a experiência teve para o executivo. “Saio com amizades feitas e muito conhecimento sobre o esporte”, afirma. “Depois de ter feito esse treinamento intensivo, descobri que não tenho limite. Aprendi a treinar de verdade e sei que, com disciplina, chega-se aonde quer”, completa. Que venha o próximo desafio!

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