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O desafio da educação de qualidade e humana

Como o Colégio Medianeira, um dos mais tradicionais de Curitiba, se reinventou, sem perder a valorização do indivíduo

A humanidade é composta por consequências, reflexos que de alguma maneira se formam por conta de um contexto vivido, e melhor – sobrevivido. Recorrendo às aulas de história conseguimos entender porque palavras tão distintas se tornam aliadas logo após as dificuldades. A Revolução Industrial, entre 1760 e 1840 mudou as relações de trabalho; A Guerra Fria redefiniu as relações mundiais, o período de imigração europeia interferiu diretamente aqui, nas cidades brasileiras. Mas, o grande ponto de tudo isso é que mesmo que talvez as tais palavras ainda não existissem, ou pelo menos não eram tão propagadas, estavam presentes: Resiliência, legado, reinvenção, transformação. Isso te lembra algum momento em que estamos vivendo?

Se encararmos o agora como uma forma lúdica de ver a vida, é possível percebermos que estamos mais próximos de nós mesmos. Seria isso otimismo? Sim! E se te dissesse que é exatamente este o posicionamento de um dos colégios mais tradicionais do país, com preceitos religiosos, mas ciente do seu papel no mundo: O Colégio Medianeira.
Não há dúvidas que a Educação é uma das mais impactadas com o atual cenário, e não apenas falando em âmbito da grade curricular, mas principalmente tem impactado a criança, adolescente ou jovem que não está mais entrando na sala de aula. Esta configuração é muito clara no Colégio Medianeira, o Diretor Geral do Colégio em Curitiba, Padre Nereu Fank traz de maneira muito consciente uma reflexão sobre este período “Certamente todos nós sentimos o impacto: O colégio sente, a família sente, todos sentem. São muitas perguntas, nem tantas respostas. Foram grandes dúvidas, mas fomos desafiados a buscar novos horizontes. A pandemia traz o cuidado com o outro, com a saúde emocional, importância do trabalho em equipe, e a adaptação aos ambientes virtuais”.

Entender este momento com leveza, só é possível por conta da história que compõe o Colégio Medianeira, que integra a rede Jesuítas de Educação e a Companhia de Jesus, fundada em 1540, por Inácio de Loyola e companheiros “Em 1548 a Companhia fundou o primeiro Colégio na cidade de Messina, na Itália. No Brasil, a Companhia de Jesus chegou em 1549 trazendo duas frentes de apostolado junto aos povos indígenas. Aqui no Brasil somos organizados em rede, uma única província Jesuítas. São 17 unidades que compõem a Educação Básica”, explica Padre Nereu.

Foto: Divulgação

O Colégio

No Paraná, o Colégio Nossa Senhora de Medianeira tem uma única instituição educacional, localizada em Curitiba, bairro Prado Velho. Desde a fundação, em 1957, o ser humano é colocado em primeiro lugar “Faz parte do nosso projeto curricular trabalhar a pessoa como um todo, uma visão humanitária e não somente cognitiva, que é importante claro, mas vamos além. A Educação Jesuíta visa formar os alunos nas virtudes e letras, a aprendizagem se dá na perspectiva do desenvolvimento pleno do sujeito, e isso é simplesmente cuidar do ser Humano. Um dos grandes objetivos da nossa formação é formar líderes na sociedade nosso slogan é: Transformando vidas e realidades, exemplo disso é que o voluntariado entre os estudantes é muito presente”, conta o padre jesuíta.

Como em todo o mundo, 2020 também foi marcado pela reinvenção no Medianeira. O Colégio criou uma força-tarefa do bem, em busca de levar ao aluno, não simplesmente uma transposição da sala de aula para o módulo virtual “Fizemos um novo desenho curricular, com todo cuidado, aproveitando e mergulhando nestes ambientes virtuais, foi um desafio, mas conseguimos em duas semanas nos organizarmos bem nas plataformas digitais. Convocamos um comitê interno que analisou a situação e traçou linhas de ações, ficamos atentos aos diferentes cenários e mantivemos a comunicação junto às famílias e comunidade educativa”.

A pandemia não acabou. Ainda é tempo de respeito e principalmente entendimento de como a humanidade lidará com o pós. Resiliência, legado, reinvenção e transformação também estarão diretamente ligados a este período da história.. O Diretor Geral do Colégio Medianeira, Padre Nereu Fank acredita que aprendemos a nos superar “Não concordamos com a ideia de estarmos em um ano perdido, consideramos que é um ano de desafios, fomos desafiados – claro que não podemos desconsiderar a crise – mas, fomos desafiados a nos reinventarmos, nesse sentido está sendo muito rico. São novas experiências em família, experiência pessoal. Esperamos que nos tornemos pessoas melhores”.

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