PODER

Mercado imobiliário: bairros se tornam fator essencial na escolha em 2021

Em Curitiba, o Ecoville continua sendo uma das regiões mais requisitadas para se morar bem. Além da facilidade com os serviços essenciais dentro do bairro, a região conta com amplos espaços verdes - uma média por habitante que é superior à da própria cidade

O ano de 2021 começou aquecido para o mercado da construção civil. O setor, que não parou com a pandemia e manteve suas obras a todo o vapor, ainda que com novas datas de lançamentos, se mantém positivo. O que contribui positivamente para isso são os financiamentos imobiliários que continuam com taxas baixas e a valorização do morar bem, que inclui a busca por imóveis onde o bem-estar e a qualidade de vida estão em primeiro lugar.

Segundo o presidente da ADEMI, Leonardo Pissetti a hora de comprar imóveis é agora. “Esse é o momento certo para adquirir um imóvel. Estamos vivendo um pequeno ciclo inflacionário na questão dos insumos e aquisição de matérias primas. A economia se apega a alguns fatores: quando temos um câmbio depreciado, com o dólar acima de R$5, as matérias primas e os insumos para a construção civil acabam sendo atrativas para o mercado externo e a gente acaba competindo com essa produção. Os lançamentos que estão vindo estão com preços defasados. Já os novos projetos terão que suprir esse novo valor. Dentro disso tudo está sendo prevista ainda a reforma tributária, que reajusta alguns impostos federais para os prestadores de serviços; valores serão triplicados e isso vai acabar onerando o prestador de serviço. É fato que os imóveis vão ter que subir de preço e quem comprar agora, ainda vai pegar a tabela antiga”.

Proporcionalmente ao cenário positivo do mercado de construção civil o número de empreendimentos cresceu. Segundo dados da ADEMI/PR, no período de janeiro a setembro do último ano a quantidade de edifícios residenciais e de apartamentos novos foi 30% maior em relação ao mesmo período do ano anterior. Foram 56 novos empreendimentos e 2.882 imóveis colocados no mercado da capital paranaense. Entres os lançamentos em Curitiba (PR), tiveram sua oferta duplicada em 12 meses os edifícios standard (com apartamentos de R$ 215.001,0 a R$ 400 mil), e de luxo (com apartamentos de R$ 1.00.001,00 a R$ 2 milhões).

(Foto: divulgação | Hugo Peretti)

Outro fator que entra em consideração também são as regiões da cidade que podem contribuir para com essa busca. Segundo dados da Ademi-PR/BRAIN, considerando a série histórica, o Ecoville, por exemplo, é o bairro com a 2ª maior oferta residencial lançada na capital, equivalente a 8% de todos os lançamentos de apartamentos realizados na cidade nos últimos 10 anos. O Centro é o bairro com o maior número de apartamentos lançados no período, equivalente de 16% de toda a produção imobiliária da cidade.

Na opinião do diretor-geral da Hugo Peretti, construtora que atua há 76 anos no mercado da construção civil na cidade, Hugo Peretti Neto, a região do Ecoville é uma das mais charmosas que carrega grande significado para a capital. “O bairro se tornou o polo de grandes projetos assinados por arquitetos experientes e talentosos e conta com quesitos essenciais, principalmente para os dias de hoje: área afastada do centro da cidade, ruas arborizadas e facilidade a serviços essenciais próximos”. Segundo dados do IPPUC, a média de espaço verde por habitante no bairro é de 113,49 m², superior ao da cidade, que é de 58 m² por habitante. A Hugo Peretti está com seu 83° empreendimento localizado no Ecoville, o Saint Victoria Residence, com previsão de entrega para junho deste ano. O prédio está localizado num dos terrenos mais altos da região, com uma vista completa da cidade, rodeada por muito verde e luz natural. 

Dados disponibilizados pela pesquisa realizada pela ADEMI/PR mostram que o Ecoville também é o terceiro bairro com o maior preço médio do metro quadrado para apartamentos novos em Curitiba, ou seja, é uma das regiões em que a média é superior à praticada na cidade: R$ 12.419,00/m². O metro quadrado privativo está acima de R$ 8.576,00: em primeiro lugar está o Batel (R$ 15.209,00/m²), em seguida o Campina do Siqueira (R$ 14.062,00/m²).

Para saber mais sobre a construtora, clique aqui.

Deixe um comentário