Douglas Borcath, o eterno visionário da cidade - TOPVIEW

Douglas Borcath, o eterno visionário

Douglas Horn Borcath: amor à família e exemplo de pai e prof issional

473 0
Compartilhe
Douglas Borcath

Como o assunto desta edição é “Personalidades”, resolvi, com muito orgulho, contar a vocês a história do meu pai, grande exemplo de pessoa, profissional e gestor. Douglas Horn Borcath nasceu em Irati, interior do Paraná, e passou grande parte da infância por lá. Meus avós eram comerciantes e se mudaram para Curitiba, para que os filhos pudessem estudar.

Profissionalmente, ele começou como vendedor no Mercado Municipal, depois, montou um pequeno mercado, que veio a se tornar uma das maiores empresas atacadistas do Brasil. A seguir, veio a área imobiliária, quando criou a construtora D.Borcath, hoje administrada pelo meu irmão, Douglas Borcath Filho. Em 1988, ele decidiu investir no segmento hoteleiro, com o Hotel Roochele e, em 1993, fundou o Grand Hotel Rayon.

Sob seu olhar atencioso e cuidadoso, o Rayon se tornou referência em hospedagem e receber bem na capital paranaense. O hotel, inclusive, sempre foi motivo de grande orgulho para o meu pai, que gostava de chamá-lo de o “ponto alto” da sua carreira. Quando pensou em assumir novamente a administração, em 2018, já tinha em mente muito do que está acontecendo hoje.

Em uma de suas últimas entrevistas, no início de 2018, afirmou: “A ideia é não poupar esforços para satisfazer – ou, melhor ainda, superar – as expectativas e os desejos de cada hóspede. Queremos oferecer o melhor para quem visita a capital paranaense.” Infelizmente, meu pai não pode mais acompanhar de perto tudo o que está acontecendo hoje no Rayon, mas temos certeza de que ele estaria muito satisfeito e orgulhoso.

Das experiências e dos bons momentos em família, vinham as ideias do que oferecer e melhorar no hotel, do que deveria ou não ter no próximo empreendimento da D.Borcath e, talvez, esse seja um dos segredos do sucesso. Quando o questionavam sobre o que era mais importante em sua vida, a resposta era rápida: “minha família.”

Se perguntavam sobre seus hobbies e o que costumava fazer nas horas vagas, mais uma frase na ponta da língua: “tenho quatro filhos e dez netos para me distrair”. Sorte a nossa.

*Matéria originalmente publicada na edição 230 da revista TOPVIEW.

In this article


Join the Conversation