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4 insights para o mercado imobiliário

Por que o processo de compra de um imóvel ainda é tão difícil? O fundador da Cúpola, Rodrigo Werneck, e a head de Inovação da AG7, Andressa Gulin falaram sobre o mercado imobiliário durante bate-papo e deixaram insights sobre a experiência de consumo para o setor

A saúde e o morar, literalmente, tornaram-se um só para quem deseja viver bem. O mundo percebeu a importância da saúde com a chegada da doença, assim como a importância do morar com a necessidade de um isolamento social dentro de casas despreparadas. Como disse Rodrigo Werneck, fundador da Cúpola, durante bate-papo promovido pela AG7 para imobiliárias convidadas, já estamos convencidos de como o imóvel é determinante no bem-estar. “A discussão agora está em torno da experiência de consumo”, comentou.

Rodrigo Werneck e Andressa Gulin (Foto: Kelly Knevels)

O encontro, realizado no ÍCARO Jardins do Graciosa, reuniu corretores convidados para falar sobre as mudanças do mercado imobiliário pós pandemia. Para Werneck, que também é especialista em Marketing e Gestão Imobiliária, a perspectiva pós pandemia que une a digitalização e o desejo de uma moradia está longe de suprir a expectativa dos clientes. “Quando você quer fazer um investimento, você resolve tudo na tela do celular; a contratação de uma viagem, é feita pelo dispositivo. Por que com o imóvel é tão difícil? Ainda que tenhamos avanços, isso não existe”, ressaltou.

1. A experiência do cliente precisa ser descomplicada

Segundo ele, a perspectiva é de que nos próximos anos o mercado vivencie uma revolução da jornada de compra de um imóvel. “Atualmente, temos duas grandes empresas olhando para esse novo mercado: a jornada do cliente”. A experiência do consumidor precisa ser descomplicada, com atendimento rápido, demonstração do imóvel de forma estruturada, condução do fechamento com suporte interno, entre outras facilidades. “Hoje os obstáculos para o fechamento de negócios são cheios de surpresas”, comentou.

2. O segredo está nos processos

Para a médica e head de Inovação da AG7, Andressa Gulin, o segredo dessa jornada também está no processo. “Existe uma tentativa de mitigar erros por meio de processos. Empresas de tecnologia desbancam por conta dos processos, as empresas crescem por conta disso. Hoje, são inúmeros formulários burocráticos, sem sentido e demorados”.

3. Com processos, o relacionamento é a sobrevivência do negócio

“Toda relação é baseada em confiança e respeito. Cada um tem uma história, uma privacidade, suas particularidades. Mas tudo é na base da indicação.”, comentou Gulin. Atualmente, o contato entre o corretor e o cliente acaba sendo apenas para a venda e compra. Não há abordagem diferente de acordo com o que a pessoa é, com o que ela faz ou gosta. “Processos ajudam relacionamentos”, destaca.

Para Rodrigo, o relacionamento é o vencedor do jogo. “É ele que permite a sobrevivência e prosperidade. Estamos saturados de celular e entrando numa grande onda de problemas de saúde mental. Cada vez mais vamos nos fechar em pequenos grupos de convivência, em quem confiamos”.

4. É preciso construir esferas de influências

Para Werneck, outra dica é aproveitar um relacionamento para dominar um setor. Há corretores que já foram jogadores de futebol, por exemplo, e hoje são referências no mercado para profissionais do futebol. O mesmo acontece com os esportes, a religião, o lazer. “É preciso ampliar a esfera de influência. Você compra de quem você confia. O profissional que quiser acelerar sua produção tem que se tornar um arquiteto social, desenhar uma rede consistente”.

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