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Reptilia cria projeto Ecobags para despertar consciência sobre embalagens

Com histórico ativo no redirecionamento de resíduos pré-consumo, hoje, a Reptilia cria projeto que garante descontos na próxima compra

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projeto Ecobags

Com histórico ativo no redirecionamento de resíduos pré-consumo, hoje, a Reptilia cria projeto Ecobags e dá mais um passo em busca de uma produção mais consciente e que incentive práticas sustentáveis dentro da sua comunidade. O projeto Ecobags iniciou em setembro como uma forma da própria marca se responsabilizar pelo resíduo do atelier.

Estima-se atualmente uma perda de 10 a 15% de matéria-prima na fase de corte de confecções, e esse material acaba virando descarte na cadeia produtiva da moda. “Na Reptilia já tínhamos outras iniciativas para os retalhos: como doação para outras empresas, ou marcas que trabalham com upcycling. Mas, vimos que era importante que nós mesmas, dentro do nosso atelier, déssemos o destino para esse material”, comenta a designer, Heloísa Strobel.

Reptilia cria projeto Ecobags

O projeto busca não apenas criar um objeto de desejo que integre a estética da marca, com uma destinação possível de resíduos; como incentive o questionamento entre os clientes sobre a necessidade de embalagens de uso único. “A ideia é que a pessoa não só leve a ecobag, mas retorne com ela – e receba um valor de desconto para incentivo. E com isso, ela começa a prestar atenção no tanto de outras embalagens que ela pode dispensar, por exemplo, uma sacola de supermercado”, explica Heloisa.

Um novo ponto de vista

Com estudos em andamento ja que a Reptilia cria projeto Ecobags  mostram resultados afinal a marca já tem estratégias de incorporação dos resíduos através do design das peças das coleções; mostrando o valor criativo daquilo que muitos vislumbram como dispensável. “Usamos a ourela em algumas aplicações, também pedaços maiores de tecido para confecção de bolsos. Temos um modelo com barra de seda desfiada, por exemplo, que é sempre feita com retalhos de coleções anteriores”, diz.

E por mais fechada que pareça a cadeia, as preocupações sobre impacto na marca são uma constante preocupação para Heloísa, que se vê pensando sobre a sustentabilidade e descartes desde a época em que trabalhava com sua primeira formação, em Arquitetura. “Como a marca ainda é recente, com 5 anos de história de varejo mais intenso, temos mais preocupação, por enquanto, com o resíduos pré-consumo. Mas, a minha ideia é fazer um levantamento das peças e da destinação que elas têm, para que a gente possa pensar em como recebê-las de volta e desenvolver um projeto para elas”, revela.

E as ideias são muitas, desde um corner especial de vintage na loja, até o desenvolvimento de uma colação especial com peças que foram recondicionadas, em busca de concluir os pilares da economia circular – mas todas para o futuro. Hoje, na loja-atelier em Curitiba, ou pelo e-commerce, as compras acima de R$400 vêm acompanhadas das ecobags Reptilia, que, se trazidas na próxima visita ao ponto de venda físico em Curitiba, garantem um desconto de R$15: “esse valor representa não apenas o nosso custo de embalagens, mas também o impacto do descarte desse produto de uso único”.

 As ecobags também podem ser adquiridas individualmente no valor de R$58.

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