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Marca curitibana se inspira no plano urbanístico da cidade para coleção de Inverno 21

O Inverno 2021, nomeado (im)permanência anthropogéografhie, tem como tema o Plano Agache

A marca NovoLouvre (@novolouvre) se volta para o passado para renovar as esperanças em um futuro melhor.  E para isso, mais uma vez recorre à relação entre a arquitetura da cidade e as pessoas. O Inverno 2021, nomeado (im)permanência anthropogéografhie, da label original do Centro Histórico de Curitiba tem como tema o Plano Agache, plano urbanístico que desenhou a Curitiba que conhecemos em 1943. Para a diretora de criação da marca, Mariah Salomão, “projetar uma cidade é construir o permanente para as impermanências humanas”. O foco então recai sobre as possibilidades do vestir que a impermanência dos últimos meses nos trouxe. O xadrez e o exercício arquitetônico são os pontos centrais da coleção, que traz vestidos, casacos, tops, chapéus, além das bolsas em parceria com a design Elyane Fiuza.

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Plano Agache (1940 a 1960)

A história formal do planejamento urbano inicia em 1943 com o Plano Agache. O Plano Diretor de Urbanização de Curitiba, como também era conhecido, estabeleceu diretrizes e normas para ordenar o crescimento da cidade, com ênfase no tráfego e no zoneamento das funções urbanas.

Centros especializados são definidos para cidade como:

Militar – no bairro Bacacheri, Esportivo – no bairro Tarumã, de Abastecimento – Mercado Municipal no Centro, de Educação – Centro Politécnico, Industrial – no bairro Rebouças e Administrativo – no bairro Centro Cívico, cuja construção é iniciada em 1955. Crescimento radial para a cidade, estabelecendo princípios de circulação, interligando os diversos centros propostos. Por este motivo, o plano também era chamado de Plano das Avenidas.

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