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Saiba como é o trabalho de quem está por trás da construção de um prédio de luxo

O setor da construção civil teve a maior alta em oportunidades. A categoria, que em grande parte é predominada por homens, é responsável pelo crescimento de seus trabalhadores. Confira o relato de quatro deles que estão há anos no setor

Por trás de uma grande obra, há centenas de trabalhadores envolvidos em sua construção. Desde o engenheiro, aquele que projeta e gerencia, até aqueles que fazem parte da chamada “equipe de obras”: o mestre de obras, quem fiscaliza e supervisiona todas as etapas da construção; o pedreiro, quem executa essas etapas; o servente, responsável por tarefas acessórias da obra; o carpinteiro, quem atua no madeiramento, entre tantos outros. São esses que, literalmente, trabalham para erguer os tijolos de um projeto e fazem nascer o sonho de tantas famílias.

De acordo com Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad) Contínua mais recente, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no fim do ano passado a área da construção civil teve a maior alta em oportunidades de trabalho, de 10,7%, no período de agosto, setembro e outubro, com 574 mil novas vagas. O setor é predominantemente formado por homens (90,1%) segundo estudo realizado pelo Dieese, “A Construção Civil e os Trabalhadores: panorama dos anos recentes (2020)” e com faixas etárias que variam de 30 a 39 anos (32,3%), 40 a 49 anos (23,0%) e com mais de 50 anos (18,3%).

A construção civil vem sendo o caminho para o desenvolvimento de muitos trabalhadores, que chegam novos no setor e permanecem por anos. O mestre de obras Evaldo Prolico, de 74 anos, é um desses que representa a maioridade da categoria. Ele entrou para a construtora Hugo Peretti em 1967, quando tinha 20 anos de idade, como carpinteiro, ao lado do pai que era mestre de obras. “Estou há 54 anos fazendo meu serviço com qualidade. Desde o início, aprendi e continuei”, comentou. “Eu gosto de trabalhar na construção. Me sinto feliz quando olho para um prédio pronto e penso – essa também é minha obra”, finalizou o mestre de obras durante seu dia a dia de trabalho no futuro lançamento da construtora, o Weiss de Castilho.

(Foto: divulgação)

Seu colega, Esmair Ferreira de França é quem representa a maior parte da categoria. Com 38 anos, é casado, tem filho e é natural de Rio Branco do Sul. Veio para a capital em busca de oportunidade de emprego; foi indicado por um amigo e entrou para a construtora. “Já são 10 anos na mesma empresa. Hoje sou sinalizador de grua. Eu gosto de trabalhar na construção civil porque é uma área onde você aprende muito, desde a carpintaria até serviços de pedreiros. Aprendizados que a gente leva para casa”, afirma. 

Benjamim Teixeira de Castro (Foto: divulgação)

Benjamim Teixeira de Castro é outro exemplo de quem estava à procura de emprego e encontrou a solução na construção civil. “Sou muito grato pela oportunidade. Eu já consegui conquistar muitas coisas trabalhando na obra”, comentou o almoxarife que está há 17 anos na construtora.

Arilson Garmates Borges Rosner (Foto: divulgação)

Para Arilson Borges Rosner, também funcionário da empresa, o setor proporciona crescimento para quem deseja. “Quando eu entrei na construtora era servente, hoje sou operador de elevador. Subi na minha carreira”, comentou. “Posso dizer que ajudar a levantar um prédio é gratificante”, complementa.

A construtora Hugo Peretti já está presente na cidade há 76 anos e está à frente da construção de prédios icônicos de Curitiba, como o primeiro arranha-céu de Curitiba (PR), o Edifício Silva Lopes. Para saber mais sobre a construtora, clique aqui.

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