4 livros inspiradores escritos por mulheres - TOPVIEW
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Neste Dia Internacional das Mulheres, listamos quatro livros escritos por mulheres para se inspirar e reconhecer o belíssimo trabalho feito por elas.

Olhos d’Água – Conceição Evaristo

Conceição Evaristo é uma das mais importantes escritoras brasileiras. A autora já recebeu o prêmio Jabuti por seu livro Olhos d’Água, o que lhe concedeu ainda mais reconhecimento. Na obra, Conceição retrata as condições desafiadoras enfrentadas pela comunidade afro-brasileira. A pobreza e a violência urbana perpassam os 15 contos reunidos na obra, em especial quanto a desigualdade sofrida por mulheres negras.

Hibisco Roxo – Chimamanda Ngozi Adichie

A nova queridinha do universo da literatura é nigeriana, tem um TED Talk com milhões de visualizações (Sejamos todos feministas) e é uma ativista do movimento feminista. A projeção mundial de Chimamanda veio depois de a cantora Beyoncé utilizar, em sua música Flawless, uma parte do discurso da autora. A nigeriana tem diversos livros publicados — um dos maiores destaques é seu livro de estréia, o “Hibisco Roxo”, publicado em 2003. O livro conta a história da adolescente Kambili que convive com a religiosidade fervorosa imposta por seu pai Eugene a toda a família. Ao longo da narrativa, vai se tornando claro como o catolicismo exagerado — e as atividades adotadas pelo patriarca para honrá-lo — destrói os laços que os unem.

O feminismo é para todo mundo – Bell Hooks

Mesmo em 2020, o feminismo ainda é mal interpretado por muita gente. Reside aí a importância desta leitura, de uma das mais importantes feministas negras da atualidade. Na obra, hooks mostra como a luta contra o sexismo pode mudar para melhor a vida de todo mundo, o que inclui, inclusive, os homens.

Minha história, Michelle Obama

Todo mundo conhece a esposa do ex-presidente dos Estados Unidos como “a primeira dama”. Porém, realmente sabemos quem é Michelle Obama? Mulher, negra, advogada, esposa, mãe, defensora dos direitos humanos… Em sua autobiografia lançada em 2019, Michelle detalha sua infância e juventude, questões raciais, suas escolhas profissionais e pessoais. O livro é leve, fluído e fácil de ler. Além disso, apresenta a Casa Branca de outros ângulos.

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