Conheça os vencedores
Saiba quais são os 25 melhores filmes do século 21 segundo o The New York Times.
Saiba quais são os 25 melhores filmes do século 21 segundo o The New York Times.

Os 25 melhores filmes do século 21

Veja se o seu longa favorito está na lista dos melhores filmes deste século lançados até agora

Publicado em 27 de junho de 2017

O The New York Times fez uma lista com os melhores filmes do século 21 lançados até agora. Com a ajuda de sete personalidades do Facebook que entendem sobre cinema, o jornal selecionou 25 títulos. Além disso, ele te dá motivos para acreditar porque eles merecem ser destaque.

Matéria original feita por Manohla Dargis e A.O. Scott. Colaboração de Kathryn Bigelow, Guillermo del Toro, Ava DuVernay, Barry Jenkins, Richard Linklater, Robert Pattinson e Michelle Williams.

Confira os melhores filmes do século 21:

Sangue Negro

Dirigido por Paul Thomas Anderson, 2007

“A grandiosidade da visão do diretor combina com a precisão de seu técnica. Em nenhum momento você duvida de que o que é mostrado aconteceu exatamente daquele jeito, mesmo que ele tenha grande liberdade em relação a seu recorte histórico e suas pesquisas literárias”. – A.O. Scott

A Viagem de Chihiro

Dirigido por Hayao Miyazaki, 2002

“O diretor sempre busca a graça e o poder. Ele pode usar este poder para o bem e para o mal igualmente, assim como ele pode usar a graça para algo destrutivo ou benéfico. Esta é a beleza do filme”. – Guillermo del Toro

Menina de Ouro

Dirigido por Clint Eastwood, 2005

“A glória do filme é que, ao invés de buscar trazer algo novo, ele foca nas convenções de gênero com grande confiança e facilidade. Além disso, o filme descobre correntes profundas e sentimentais que ninguém tinha notado antes”. – A.O. Scott

Um Toque de Pecado

Dirigido por Jia Zhangke, 2013

“Marcado pela violência e pela tristeza, é um surpreendente filme feito pelo diretor chinês Jia Zhangke. Dividido em quatro capítulos, o filme foi inspirado em uma série de conflitos violentos que aconteceram na China e o assombravam. O diretor, como ele mesmo disse em uma entrevista, busca “pintar a cara” da China contemporânea”. – Manohla Dargis

The Death of Mr. Lazarescu

Dirigido por Cristi Puiu, 2006

“Por que deveríamos nos importar?[…] No Festival de Cannes, “The Death of Mr. Lazarescu” foi uma sensação mundial. “Você viu aquele filme romeno de três horas? Ah, você tem que ver”. E isso continua sendo verdade. O filme de Puiu foi um precoce sinal de que o cinema romeno traria aclamação internacional para jovens autores como Cristian Mungiu e Corneliu Porumboiu”. – A.O. Scott

As Coisas Simples da Vida

Dirigido por Edward Yang, 2000

“O filme é um daqueles longas que você não lembra como algo que você viu, mas sim, como algo que experienciou, viveu”. – A.O. Scott

Divertidamente

Dirigido por Pete Docter e Ronnie del Carmen, 2015

“A personificação de conceitos abstratos e a representação da consciência humana são feitos surpreendentes, que foram executados com uma inventividade incomparável. E a mensagem – que a tristeza é tão essencial em nossas vidas como a felicidade – é perfeitamente combinada em uma história que provoca risadas e lágrimas igualmente”. – Dargis e Scott

Boyhood: Da Infância à Juventude

Dirigido por Richard Linklater, 2014

“Este filme faz com que você comece a se importar com as pessoas e comece a sentir como é ver o tempo passar, a vida mudar, os relacionamentos mudarem. Quem nunca cresceu, teve parentes ou saiu de casa?”. – Richard Linklater.

Horas de Verão

Dirigido por Olivier Assayas, 2009

“‘Horas de Verão’ é uma carta de amor para o cinema francês, mas também é uma difícil visão sobre o seu futuro. O filme termina com a personagem se despedindo de um direito e reivindicando outro – o direito de ser jovem, sexy, filosófico e impetuosa, tudo que os filmes franceses ensinaram gerações de admiradores como ser”. – A.O. Scott

Guerra ao Terror

Dirigido por Kathryn Bigelow, 2009

“Katheryn Bigelow fez história quando ela se tornou a primeira mulher a vencer o Oscar de Melhor Direção, por “Guerra ao Terror”. Finalmente, uma brilhante diretora foi reconhecida por seu talento em uma indústria dominada por homens que ainda resistem à igualdade. Foi um marco para a política e para o cinema; e ainda é”. – Manohla Dargis

Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum

Dirigido por Joel e Ethan Coen, 2013

“Nós escolhemos este drama por causa…por causa da circularidade da história. Por causa da trilha sonora. Por causa dos olhos tristes de Oscar Isaac. Se julgamos mal, tudo bem. Isso é exatamente o que as pessoas nos filmes dos irmãos Coen tendem a fazer”. – Manohla Dargis e A.O. Scott

Timbuktu

Abderrahmane Sissako, 2015

“O filme é uma grande obra de arte e, também, um tributo às vítimas muçulmanas do terrorismo. “Timbuktu” é um filmo trágico, mas não niilista. Sissako mostra muita violência, mas nunca usa o sensacionalismo em nenhum dos fatos. Pelo contrário, ele responde todas as atrocidades com muita beleza e momentos cotidianos de alegria e prazer, que, com o desenrolar da história, se registram como atos de resistência artística”. – Manohla Dargis

Em Jackson Heights

Dirigido por Frederick Wiseman, 2015

“Wiseman não é apenas um dos grandes documentaristas da atualidade; ele é um dos grandes diretores. Ele fala de instituições, fala de homens, mulheres e crianças que afirmam sua humanidade em escolas, burocracias e organizações que parecem ter sido criadas para a máxima desumanização”. – Manohla Dargis

A Criança

Dirigido por Jean-Pierre e Luc Dardenne, 2006

“Uma das coisas emocionantes dos filmes de Jean-Pierre e Dardenne é que, enquanto a história parece ser relativamente simples, a narrativa é sempre mais profunda”. – Manohla Dargis

Minha Terra África

Dirigido por Claire Denis, 2010

“Ela [Maria Vidal] parece viver na sua fé e imaginação e, ainda assim, parece ser tão humana, acessível e crua”. – Robert Pattinson

Munique

Dirigido por Steven Spielberg, 2005

“O filme é um suspense emocionante que traz muitas questões éticas ambíguas. Qual é a linha que separa justiça e vingança? Como o ser humano pode sobreviver à luta contra o fanatismo? Estas questões não perderam sua relevância, nem Munique”. – Manohla Dargis e A.O. Scott

Three Times

Dirigido por Hou Hsiao-hsien, 2006

“Com uma estética maravilhosa e emocionalmente sutil, os filmes de Hsiao-hsien alcança gênero e período, explorando a história chinesa e vida contemporânea com sagacidade, curiosidade e rigor”; – A.O. Scott

Os Catadores e Eu

Dirigido por Agnès Varda, 2000

“A proposta é apreciar a peculiaridade e características únicas de cada pessoa, lugares e momentos. Mas a maré do comércio torna a nossa experiência tão descartável como o lixo que jogamos e nos deixa repletos de coisas sem significados”. – A.O. Scott

Mad Max: Estrada da Fúria

Dirigido por George Miller, 2015

“George Miller sabe como dirigir o caos. O filme consegue recriar, conservar e atualizar o primeiro “Mad Max” em um único gesto. E, finalmente, escolhemos o filme porque é com a Imperatriz Furiosa de Charlize Theron que o filme, que parecia não precisar de um herói, encontra um que todos nós precisávamos”. – Manohla Dargis e A.O. Scott

Moonlight: Sob a Luz do Luar

Dirigido por Barry Jenkins, 2016

“Parte da genialidade do filme é como Jenkins sustenta e testa a empatia enquanto Chiron cresce. Ao afirmar a humanidade complicada de todos os seus personagens, Jenkins mostra como vidas negras importam”. – Manohla Dargis e A.O. Scott

Wendy e Lucy

Dirigido por Kelly Reichardt, 2008

“O filme estreou no final de 2008, entre campanhas eleitorais e colapsos econômicos. Existe um senso comum que acredita que, ao mesmo tempo que o filme fala apenas sobre uma jovem mulher e suas histórias, ele também fala sobre algo muito maior que isso”. – A.O. Scott

Não Estou Lá

Dirigido por Todd Haynes, 2007

“O filme sobre Bob Dylan não é uma biografia. É como se fosse uma grande pesquisa feita por seis atores que falam a encarnam aspectos do futuro vencedor do Prêmio Nobel” .- A.O. Scott

Luz Silenciosa

Dirigido por Carlos Reygardas, 2008

“O filme é faz muito mais do que apenas contar uma história religiosa – ele te convida para um maravilhoso mundo de graça tão bonito que torna o próprio filme uma espécie de oração”. – Manohla Dargis

Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças

Dirigido por Michel Gondry, 2004

“A única coisa melhor do que ver este filme novamente, seria se tirassem ele da sua memória para que você descobrisse o longa pela primeira vez”. – Manohla Dargis e A.O. Scott

O Virgem de 40 Anos

Dirigido por Judd Apatow, 2005

“Apatow pode não ser o pai da comédia feminista moderna, mas seus primeiros filmes de certa forma abriram espaço para longas como “Descompensada”, de Amy Schumer, que celebra o direito de uma mulher se comportar mal”. – A.O. Scott

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